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Este tópico foi revisado pela equipe de moderação em 29/01/2017 03:03.
Tirasmarfzitao
Nível final - 100%
Já vivi e conquistei tudo na vida.
Placar de conquista: 13072
Selvagem
666
Membro da equipe
ProHabbo
Virando o jogo: mulheres já são maioria no setor de games brasileiro
No Brasil, no mundo dos games, elas já são maioria. Segundo a pesquisa “Game Brasil 2016”, as mulheres representam 52,6% de todo o pessoal que joga de alguma forma no país. Mas menos de 7% delas se considera “gamer” de verdade.

Mas, a vida das meninas que se aventuram no mundo dos games online tem armadilhas dignas das enfrentada por Lara Croft... há relatos de diferentes tipos de assédio e demonstração de preconceito.

Um estudo feito pela Universidade de Ohio confirmou a triste e lamentável realidade: quase todas as voluntárias que responderam à pesquisa disseram ter sido vítimas de ameaças, insultos sexistas, pedidos de favores sexuais, difamação, falta de educação e, acredite, até ameaça de estupro.

A Cris e a Paulinha têm várias coisas em comum: as duas jogam desde muito novas, são mães, possuem um canal de games no YouTube e hoje têm o videogame como profissão; mas uma divergência é bem curiosa.

Enquanto isso, a Paula perdeu as contas de quantas vezes foi insultada online. Ela inclusive se viu obrigada a se afastar dos eventos de games para fugir dos assédios. Mesmo assim, online, o problema ainda é recorrente.

Formada em Educação Física, além de tocar bateria no quarto de casa, a Cris é fã do Sonic e outros jogos de terror. Mesmo jogando desde novinha, ela entrou no mundo dos games meio que por acaso. Hoje ela trabalha como Cosplay profissional – ou seja, vive em eventos de games. Mais recentemente, criou um canal no Youtube onde grava suas partidas, mas faz questão de deixar bem claro que ainda não é uma “pro-gamer”.

Vasculhando um pouco em grupos de meninas que jogam nas redes sociais, essa disputa de ego entre elas também é notória. Quem é mais bonita...quem joga melhor...

Dois anos atrás, mais de duas mil pessoas assinaram uma carta aberta online pedindo o fim da discriminação de gênero na indústria de videogames. O documento foi uma resposta às ameaças de morte feitas à crítica feminista Anita Sarkeesian depois que ela lançou uma série de vídeos sobre o ódio às mulheres nos jogos. No texto, ela fazia um apelo para que jogadores e todos outros envolvidos no mundo dos videogames denunciassem "discursos de ódio e assédio". Não parece que fez muito efeito; talvez nossas jogadoras tenham uma mensagem até mais interessante.
No Brasil, no mundo dos games, elas já são maioria. Segundo a pesquisa “Game Brasil 2016”, as mulheres representam 52,6% de todo o pessoal que joga de alguma forma no país. Mas menos de 7% delas se considera “gamer” de verdade.

Mas, a vida das meninas que se aventuram no mundo dos games online tem armadilhas dignas das enfrentada por Lara Croft... há relatos de diferentes tipos de assédio e demonstração de preconceito.

Um estudo feito pela Universidade de Ohio confirmou a triste e lamentável realidade: quase todas as voluntárias que responderam à pesquisa disseram ter sido vítimas de ameaças, insultos sexistas, pedidos de favores sexuais, difamação, falta de educação e, acredite, até ameaça de estupro.

A Cris e a Paulinha têm várias coisas em comum: as duas jogam desde muito novas, são mães, possuem um canal de games no YouTube e hoje têm o videogame como profissão; mas uma divergência é bem curiosa.

Enquanto isso, a Paula perdeu as contas de quantas vezes foi insultada online. Ela inclusive se viu obrigada a se afastar dos eventos de games para fugir dos assédios. Mesmo assim, online, o problema ainda é recorrente.

Formada em Educação Física, além de tocar bateria no quarto de casa, a Cris é fã do Sonic e outros jogos de terror. Mesmo jogando desde novinha, ela entrou no mundo dos games meio que por acaso. Hoje ela trabalha como Cosplay profissional – ou seja, vive em eventos de games. Mais recentemente, criou um canal no Youtube onde grava suas partidas, mas faz questão de deixar bem claro que ainda não é uma “pro-gamer”.

Vasculhando um pouco em grupos de meninas que jogam nas redes sociais, essa disputa de ego entre elas também é notória. Quem é mais bonita...quem joga melhor...

Dois anos atrás, mais de duas mil pessoas assinaram uma carta aberta online pedindo o fim da discriminação de gênero na indústria de videogames. O documento foi uma resposta às ameaças de morte feitas à crítica feminista Anita Sarkeesian depois que ela lançou uma série de vídeos sobre o ódio às mulheres nos jogos. No texto, ela fazia um apelo para que jogadores e todos outros envolvidos no mundo dos videogames denunciassem "discursos de ódio e assédio". Não parece que fez muito efeito; talvez nossas jogadoras tenham uma mensagem até mais interessante.
[b]No Brasil, no mundo dos games, elas já são maioria. Segundo a pesquisa “Game Brasil 2016”, as mulheres representam 52,6% de todo o pessoal que joga de alguma forma no país. Mas menos de 7% delas se considera “gamer” de verdade. Mas, a vida das meninas que se aventuram no mundo dos games online tem armadilhas dignas das enfrentada por Lara Croft... há relatos de diferentes tipos de assédio e demonstração de preconceito. Um estudo feito pela Universidade de Ohio confirmou a triste e lamentável realidade: quase todas as voluntárias que responderam à pesquisa disseram ter sido vítimas de ameaças, insultos sexistas, pedidos de favores sexuais, difamação, falta de educação e, acredite, até ameaça de estupro. A Cris e a Paulinha têm várias coisas em comum: as duas jogam desde muito novas, são mães, possuem um canal de games no YouTube e hoje têm o videogame como profissão; mas uma divergência é bem curiosa. Enquanto isso, a Paula perdeu as contas de quantas vezes foi insultada online. Ela inclusive se viu obrigada a se afastar dos eventos de games para fugir dos assédios. Mesmo assim, online, o problema ainda é recorrente. Formada em Educação Física, além de tocar bateria no quarto de casa, a Cris é fã do Sonic e outros jogos de terror. Mesmo jogando desde novinha, ela entrou no mundo dos games meio que por acaso. Hoje ela trabalha como Cosplay profissional – ou seja, vive em eventos de games. Mais recentemente, criou um canal no Youtube onde grava suas partidas, mas faz questão de deixar bem claro que ainda não é uma “pro-gamer”. Vasculhando um pouco em grupos de meninas que jogam nas redes sociais, essa disputa de ego entre elas também é notória. Quem é mais bonita...quem joga melhor... Dois anos atrás, mais de duas mil pessoas assinaram uma carta aberta online pedindo o fim da discriminação de gênero na indústria de videogames. O documento foi uma resposta às ameaças de morte feitas à crítica feminista Anita Sarkeesian depois que ela lançou uma série de vídeos sobre o ódio às mulheres nos jogos. No texto, ela fazia um apelo para que jogadores e todos outros envolvidos no mundo dos videogames denunciassem "discursos de ódio e assédio". Não parece que fez muito efeito; talvez nossas jogadoras tenham uma mensagem até mais interessante.[/b]
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Numa dessas eu levanto pela manhã e você não é mais o primeiro pensamento do dia.
-Tirasmarfzitao <3 Vamos ser Abiguinhos rsrs...
Dolly:
Nível 2 - 41%
Minha fama está avançando.
Placar de conquista: 180
Linguarudo
295
Nossa, estamos dominando tudo mesmo! kkk
Nossa, estamos dominando tudo mesmo! kkk
Nossa, estamos dominando tudo mesmo! kkk
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Fewlo
Nível final - 100%
Já vivi e conquistei tudo na vida.
Placar de conquista: 10607
Linguarudo
172
Parece que o jogo virou, ne mesmo? kkkk
Parece que o jogo virou, ne mesmo? kkkk
[i][b]Parece que o jogo virou, ne mesmo? kkkk[/b][/i]
Sem assinatura.
PalakDSGN
Nível final - 100%
Já vivi e conquistei tudo na vida.
Placar de conquista: 17070
Explosivo
785
Membro da equipe
e tu ta reclamando? kkkkk
e tu ta reclamando? kkkkk
e tu ta reclamando? kkkkk
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Ambulant
Nível 11 - 78%
Estou quase no auge.
Placar de conquista: 1358
Linguarudo
281
As mulheres estão dominando o mundo kkk
As mulheres estão dominando o mundo kkk
[b]As mulheres estão dominando o mundo kkk[/b]
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