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Este tópico foi revisado pela equipe de moderação em 14/05/2019 20:31.
.:Popirulito:.
Nível final - 100%
Já vivi e conquistei tudo na vida.
Placar de conquista: 3887
Linguarudo
208
Membro da equipe
Apresentação - 12 visualizações
Diferenças entre a infância de antigamente e a de hoje
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A tecnologia mudou bastante a forma de interações entre as pessoas. Quem observa o suficiente percebe as profundas mudanças na infância de hoje em dia trazidas por este novo cenário de comunicações e entretenimento rápidos.

Lembra de como as coisas costumavam ser na sua época? Vamos conversar um pouco sobre como a infância mudou nos últimos anos. Acompanhe!
As brincadeiras de rua de antigamente
Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do bairro todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos ou rasgar as roupas.

Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais, momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da televisão.
Grande parte da informação e conhecimentos eram passados pelos pais aos filhos nesses momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso, tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?

Muitas das relações se dava entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos então…!
As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de chinelos virava as traves do Maracanã.

Infância de hoje e tecnologia
A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os brinquedos comuns – carrinhos, bonecas, bonecos – foram ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a internet.
Incorporando-se essas mudanças à realidade das famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as relações das crianças com o mundo mudaram bastante. Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las de riscos.

Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da parte dos pais com as crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade, ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança geralmente espera.

Aproximação dos pais
Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo de tempo possível. Um uso moderado destes recursos pode ser muito interessante, ajudando no desenvolvimento e educação da criança.
Entretanto, nada nunca substituirá o tete a tete. Não há celular, televisão ou computador que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente, com pessoas diferentes.
Este tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre crianças e os adultos a sua volta. Além disto, momentos assim são muito bem recebidos pela criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz se desenvolvendo de forma saudável.
Portanto, se tratando de uma criança mais ativa, que se relacione muito com os amigos, ou de uma que prefira ficar em casa com seus brinquedos e jogos eletrônicos, a infância de hoje pressupõe o acompanhamento de perto dos pais, aproximando-se e garantindo o bem-estar durante o crescimento dos filhos.
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A tecnologia mudou bastante a forma de interações entre as pessoas. Quem observa o suficiente percebe as profundas mudanças na infância de hoje em dia trazidas por este novo cenário de comunicações e entretenimento rápidos.

Lembra de como as coisas costumavam ser na sua época? Vamos conversar um pouco sobre como a infância mudou nos últimos anos. Acompanhe!
As brincadeiras de rua de antigamente
Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do bairro todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos ou rasgar as roupas.

Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais, momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da televisão.
Grande parte da informação e conhecimentos eram passados pelos pais aos filhos nesses momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso, tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?

Muitas das relações se dava entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos então…!
As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de chinelos virava as traves do Maracanã.

Infância de hoje e tecnologia
A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os brinquedos comuns – carrinhos, bonecas, bonecos – foram ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a internet.
Incorporando-se essas mudanças à realidade das famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as relações das crianças com o mundo mudaram bastante. Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las de riscos.

Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da parte dos pais com as crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade, ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança geralmente espera.

Aproximação dos pais
Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo de tempo possível. Um uso moderado destes recursos pode ser muito interessante, ajudando no desenvolvimento e educação da criança.
Entretanto, nada nunca substituirá o tete a tete. Não há celular, televisão ou computador que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente, com pessoas diferentes.
Este tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre crianças e os adultos a sua volta. Além disto, momentos assim são muito bem recebidos pela criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz se desenvolvendo de forma saudável.
Portanto, se tratando de uma criança mais ativa, que se relacione muito com os amigos, ou de uma que prefira ficar em casa com seus brinquedos e jogos eletrônicos, a infância de hoje pressupõe o acompanhamento de perto dos pais, aproximando-se e garantindo o bem-estar durante o crescimento dos filhos.
[img]https://www.estrela.com.br/arquivos/dia-das-criancas-banner_principal.png?v=636725307935430000[/img] A tecnologia mudou bastante a forma de interações entre as pessoas. Quem observa o suficiente percebe as profundas mudanças na infância de hoje em dia trazidas por este novo cenário de comunicações e entretenimento rápidos. Lembra de como as coisas costumavam ser na sua época? Vamos conversar um pouco sobre como a infância mudou nos últimos anos. Acompanhe! As brincadeiras de rua de antigamente Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do bairro todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos ou rasgar as roupas. Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais, momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da televisão. Grande parte da informação e conhecimentos eram passados pelos pais aos filhos nesses momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso, tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância? Muitas das relações se dava entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos então…! As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de chinelos virava as traves do Maracanã. Infância de hoje e tecnologia A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os brinquedos comuns – carrinhos, bonecas, bonecos – foram ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a internet. Incorporando-se essas mudanças à realidade das famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as relações das crianças com o mundo mudaram bastante. Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las de riscos. Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da parte dos pais com as crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade, ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança geralmente espera. Aproximação dos pais Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo de tempo possível. Um uso moderado destes recursos pode ser muito interessante, ajudando no desenvolvimento e educação da criança. Entretanto, nada nunca substituirá o tete a tete. Não há celular, televisão ou computador que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente, com pessoas diferentes. Este tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre crianças e os adultos a sua volta. Além disto, momentos assim são muito bem recebidos pela criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz se desenvolvendo de forma saudável. Portanto, se tratando de uma criança mais ativa, que se relacione muito com os amigos, ou de uma que prefira ficar em casa com seus brinquedos e jogos eletrônicos, a infância de hoje pressupõe o acompanhamento de perto dos pais, aproximando-se e garantindo o bem-estar durante o crescimento dos filhos.
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BNDO
Nível 9 - 81%
Uma pré-celebridade no mundo.
Placar de conquista: 1083
Robótico
83
Membro da equipe
Na minha opinião, hoje em dia os pais e filhos ou estão muito distantes, ou extremamente próximos. É um 8 ou 80 bem complicado, em que a família acaba entrando em conflito ou as crianças começam a carregar traumas pela superproteção.
Na minha opinião, hoje em dia os pais e filhos ou estão muito distantes, ou extremamente próximos. É um 8 ou 80 bem complicado, em que a família acaba entrando em conflito ou as crianças começam a carregar traumas pela superproteção.
Na minha opinião, hoje em dia os pais e filhos ou estão muito distantes, ou extremamente próximos. É um 8 ou 80 bem complicado, em que a família acaba entrando em conflito ou as crianças começam a carregar traumas pela superproteção.
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.:Popirulito:.
Nível final - 100%
Já vivi e conquistei tudo na vida.
Placar de conquista: 3887
Linguarudo
208
Membro da equipe
BNDO escreveu:
Na minha opinião, hoje em dia os pais e filhos ou estão muito distantes, ou extremamente próximos. É um 8 ou 80 bem complicado, em que a família acaba entrando em conflito ou as crianças começam a carregar traumas pela superproteção.
ss e tbm muitas crianças vivem na enternet
BNDO escreveu:
Na minha opinião, hoje em dia os pais e filhos ou estão muito distantes, ou extremamente próximos. É um 8 ou 80 bem complicado, em que a família acaba entrando em conflito ou as crianças começam a carregar traumas pela superproteção.
ss e tbm muitas crianças vivem na enternet
[quote][b]BNDO[/b] escreveu: Na minha opinião, hoje em dia os pais e filhos ou estão muito distantes, ou extremamente próximos. É um 8 ou 80 bem complicado, em que a família acaba entrando em conflito ou as crianças começam a carregar traumas pela superproteção.[/quote] ss e tbm muitas crianças vivem na enternet
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